sábado, novembro 16, 2013

Homenagem a Elvis Presley

Uma das mais belas canções, interpretada pelo Elvis Presley:

My Way!

Pura Emoção

Alma!

Os Bons Cantores

As Belas Canções

Não Morrem!

Pra Sempre!

Eternamente Elvis!



Herança de morte


Lírios em mãos de carrascos

Pombal à porta de ladrões

Filho de mulher à boca do lixo

Feridas gangrenadas sobre pontes quebradas

Assim construímos África nos cursos de herança e morte

Quando a crosta romper os beiços da terra

O vento ditará a sentença aos deserdados

Um feixe de luz constante na paginação da história

Cada ser um dever e um direito

Na voz ferida todos os abismos deglutidos pela esperança

 

 

Amélia Dalomba



 

My Way

E agora o fim está próximo

Então eu encaro o desafio final

Meu amigo, Eu vou falar claro

Eu irei expor meu caso do qual tenho certeza


Eu vivi uma vida que foi cheia

Eu viajei por cada e todas as rodovias

E mais, muito mais que isso

Eu fiz do meu jeito


Arrependimetos, eu tive alguns

Mas então, de novo, tão poucos para mencionar

Eu fiz, o que eu tinha que fazer

E eu vi tudo, sem exceção


Eu planejei cada caminho do mapa

Cada passo, cuidadosamente, no correr do atalho

Oh, mais, muito mais que isso

Eu fiz do meu jeito


Sim, teve horas, que eu tinha certeza

Quando eu mordi mais que eu podia mastigar

Mas, entretanto, quando havia dúvidas

Eu engolia e cuspia fora


Eu encarei tudo e continuei de pé

E fiz do meu jeito


Eu amei, eu ri e chorei

Tive minhas falhas, minha parte de derrotas

E agora como as lágrimas descem

Eu acho tudo tão divertido


Em pensar que eu fiz tudo

E talvez eu diga, não de uma maneira tímida

Oh não, não, não eu

Eu fiz do meu jeito


E pra que serve um homem, o que ele tem ?

Se não ele mesmo, então ele não tem nada

Para dizer as coisas que ele sente de verdade

E não as palavras de alguém que se ajoelha


Os registros mostram, eu recebi as pancadas

E fiz do meu jeito.


 

 

 

 

 

 

 

Composição de Claude François / Jacques Revaux / Paul Anka interpretada por Frank Sinatra.

 

 

sexta-feira, novembro 15, 2013

Confissão


Estarei na praça pública

Sem fantasias estranhas

Para dizer que vivo, sob penas
De castigos em não me
Aceitar. Não me acudirei

Quero que vossos olhares atinjam

Com pedras o meu masturbante silêncio

E que preguem em meu corpo cartazes

Com dizeres que degredem

O meu ser.

Caros amigos, meus pés tenho-os rede

Em mares amantizados de luas e barcos que me têm
Inumado em luzes mansas de ouro

À seguir o que me é

Olvidado, por não

Me dar a

Viver...



Adriano Botelho de Vasconcelos


Canto e Cantarei


Num canto de qualquer canto

Levo minha vida a cantar

E com o canto até me espanto

No meu canto o quero amar

Cantarei desta maneira

Num canto qualquer

Canto sempre na brincadeira

Se ao lado duma bela mulher

E ela se não gostar

Só tem uma coisa a fazer

Mandar-me para outro lado cantar

Onde eu possa ter mais prazer

Mas não acredito que seja assim

Quando lhe canto ao ouvido

Ela gosta mais de mim

Se no canto toma sentido

Há formas de dizer

O que nos vai no coração

E a cantar eu quero crer

Que a chamo à atenção

E ela fica ali quietinha

A aguardar o que eu canto

Seja à tarde ou à noitinha

Vejo seu olhar de espanto

É isso que eu adoro nela

E cada vez canto melhor

Para ela, mulher bela

No meu canto todo o amor


Armindo Loureiro – 15/11/2013 – 13H45